A revista francesa L’Express lembra, na capa da edição desta semana, o assassinato do professor de história e geografia Samuel Paty, decapitado por um jovem russo-checheno de 18 anos, na França desde os 6 anos com o status de refugiado.
Numa aula de Educação Moral e Cívica, Paty usou duas caricaturas de Maomé. O pai muçulmano de um aluno não gostou e postou nas redes sociais um texto em que chama o professor de “bandido” e “doente”, e publicou o endereço e o nome dele. O assassinato ocorreu em 16 de outubro do ano passado em Confians-Sainte-Honorine.
A revista traz na capa a foto da filósofa Élisabeth Badinter, que reflete sobre laicidade.